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Então é o seguinte, muita coisa aconteceu na minha vida nesses últimos dias. Aqui vão algumas considerações: - Não existe nada melhor que ver seu trabalho dar certo. Juro. Passei 3 meses trabalhando no projeto do Lineart, em uma revista que foi lançada no FIQ. E, cara, foi tenso. Noites em claro e fins de semana em casa. Mas, quando chegou lá na hora, quando o pessoal abriu as caixas pra gente ver a revista, foi simplesmente indescritível. Ver meu nome lá na publicação. Ver meus desenhos sendo vendidos pra todo mundo. A galera comprando, eu autografando. Autografei uma revista pro Barrows e uma pro editor da MAD, cara. Não tem preço. Valeu cada segundo de esforço. E eu tenho que agradecer muita gente por isso. - Trabalhar é bom, mas cansa. “Mimimi, isso não é novidade”. Eu sei, porra. Mas eu trabalhei de terça a segunda naquele FIQ todo dia à tarde. Fiquei cansada, impaciente, nervosa, com olheiras monstruosas e soltando raios pelos olhos, mas eu poderia estar batendo laje em vez de trabalhar no que amo. Então fiz de bom grado. - Ainda no FIQ, a cada dia eu descubro mais gente bizarra em Belo Horizonte. Tava lá o Homem-Elfo com suas orelhas de cartolina e, na segunda-feira, alguns otakus inconformados com o fim do AF resolveram dar o ar da graça lá também. Pessoas bizarras de cabelos coloridos (olha eu falando mal, véi, como se meu cabelo fosse super normal) fazendo escarcéu e se achando o máximo com orelhinhas e rabinhos. - Descobri, da pior maneira possível, que ter um barco pode ser melhor que ter um carro. - Fui ao AF, e, pra variar, aconteceu uma situação inimaginável comigo. Antes mesmo de entrar no evento, um grupo de neandertais que esperavam alguma coisa lá na porta viraram pra mim e gritaram “OLHA A HAYLEY!”. O Fresno se matou de rir, eu lancei meu melhor olhar de desprezo e os primatas ficaram lá rindo da própria (pós)piada. - Eu tenho aquela maldita síndrome de vereadora. As pessoas vão grudando em mim que nem aquelas melequinhas coloridas fedorentas que crianças costumam passar no cabelo umas das outras (também conhecidas como “Amoeba”). Adoro conhecer todo mundo, mas porra, tem hora que chega. - Conheci muita gente legal, de verdade. Não, seus pervertidos, não foram gatinhos sexys pura tentação, não. Foi gente legal mesmo. Pessoas que trabalham em estúdios, escultores, redatores, roteiristas, publicitários, desenhistas, enfim, gente que eu admiro. - Atrasei minha vida em uma semana e estou totalmente fudida, pronto, falei. Trabalhos atrasados, desenhos inacabados, gente sumida, treinos faltosos, mas um sorriso enorme.
Escrito por .Beka. às 21h49
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Sábado eu fui a uma festa de criança que, sinceramente, eu preferia ter enfiado alfinetes nos meus olhos a ter que ir. Mas fui. Afinal, quem sou eu pra recusar comida de graça?Bom, cheguei lá e encontrei a casa semi-destruída, minha avó gritando loucamente, meu tio tropeçando na fiação do vídeo-game e umas 18 criaturinhas abomináveis correndo alopradamente de um lado para o outro. Isso sem contar o chão melado de refrigerante, os salgadinhos babados e as mães avoadas fingindo que não estavam vendo os filhos trazerem apocalipse mais cedo. Eu imagino que o inferno seja assim. Ou um pouco melhor. Mas enfim, com cuidado para não sofrer nenhum tipo de acidente, eu me sentei em um canto obliquo e isolado da comemoração. Sem me esquecer de que além de infantil, era uma festa de família, eu comecei a rezar para que pensassem que eu era um simples objeto decorativo. Não funcionou. Fui bombardeada sem dó por perguntas que iam da minha vida amorosa até a meia que eu estava usando. Quem já leu o meu outro blog, com o Leon, se lembra do André. Pra quem não leu, eu conto aqui agora. O André é uma criatura mitológica (filho de não-sei-quem) que minhas tias idealizaram como o homem perfeito e, conseqüentemente, meu futuro marido. Segundo elas, ele é lindo, trabalhador, educado, gentil, correto, não bebe, não fuma, católico, rico, virgem e tudo mais que um homem perfeito deveria ser. Em outras palavras, um puto viadinho. Mas minhas tias passaram cerca de meia hora tentando me convencer de que ele seria perfeito pra mim e eu, como aprendi a fazer depois de alguns anos de experiência, concordei (rezando silenciosamente para que elas bebessem a ponto de esquecer isso até o fim da festa). Além do André, outro momento marcante da festa foi quando uma criança chutou o mágico. Eu tenho pena dos mágicos. Eles não são idiotas como aqueles animadores que ensinam as crianças a dançarem músicas do Latino. Eles são boa gente e os moleques ficam lá avacalhando o trabalho deles. Pois estava lá o mágico, fazendo mágicas para um grupo de pessoas que observavam tudo abobalhadas (incluindo os adultos, que estavam mais bestificados que as pequenas criaturinhas em si) quando um moleque me levanta do nada e chuta a canela do mágico. Se fosse eu, provavelmente teria agarrado o pivete pelo pescoço e estrangulado sem dó nem piedade, mas não era eu, era o mágico. E mágicos são boa gente. Então esse só gritou um sonoro “Cê é louco, menino?” e continuou o número. Mas eu fiquei com pena, porque tenho certeza de que, se ele não estivesse recebendo uns bons lelecos ali, provavelmente ele já teria tacado uma voadora na nuca do moleque. Enfim, pra finalizar, teve o tradicional “parabéns pra você”, sabe? O símbolo dos aniversários que já traumatizou muita gente? Pois bem. Crianças ainda não sabem que aniversario é uma festa pra lembrar do que te resta, então elas realmente se divertem no parabéns. Elas gritam, esbarram na mesa, estragam os enfeites, se melam nos docinhos. Pois bem, alem de fazerem isso tudo, meu priminho de 3 anos (que não era o aniversariante) achou que seria engraçado vir me dar um abraço depois de comer um pedaço enorme de bolo com bastante calda. É, adivinharam, meu cabelo e minha blusa nova foram o guardanapo dele. O final da festa foi clássico. Falaram mais do André, terminaram de melecar minha roupa e, por fim, minha tia bêbada começou a cantar e dar mole pro mágico. É, meu sábado foi assim.
Escrito por .Beka. às 20h22
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Não adianta tapar o sol com a peneira, você já assistiu Sessão da Tarde. É, eu sei que já. Você tinha 9 anos, chegava da escola, fazia o “para casa”, almoçava (porque a aula acabava cedo e o dever era pouco, então dava tempo de estudar antes do almoço) e sentava a bunda no sofá pra assistir Sessão da Tarde. Então vamos ao top 5 das coisas mais bizarras que rolam na Sessão da Tarde (ou em qualquer outro enlatado desses aí): 1) Animais falantes: acho invejável a capacidade que as pessoas tem de fazer filmes assim. Cachorro falante, gato falante, macaco falante, canguru falante, formiga falante, borboleta falante, lesma falante, ornitorrinco falante. E eles geralmente não têm apenas o dom da fala, mas um Q.I acima do de todos os presidentes norte-americanos (juntos), uma vez que geralmente eles conseguem facilmente se infiltrar em assuntos do governo e fuder com a vida de todo mundo. E a parte mais legal, é que as pessoas no filme não se espantam com isso, reflitam. Seu cachorro sobe na sua cama sábado de manhã e fala “Bom dia chefia, eu vou ali invadir o sistema de segurança do FBI pra render uma historia digna de filme de Sessão da Tarde” e você responde “Ok, divirta-se”. Sério, se não for uma animação, por favor, não façam isso. Frustra as crianças. Você pode adorar seu bichinho, ele pode ser seu melhor amigo, mas ele não vai falar com você. Juro, ele não vai, pode tentar. Porque eu tinha 9 nos, tentei e não funcionou. Então eu duvido que com você funcione. 2 Filmes com “Do Barulho”, “Da Pesada” e similares no nome: que atire a primeira pedra quem nunca viu um filme que tenha algum nome como “Um tira da pesada”, “Uma turma do barulho” ou algo do tipo. Fail. Ta certo que você não vai colocar um nome como “ Um tira do caralho” em um filme infantil, mas puxa, “da pesada”? Esfregar o cérebro das crianças no asfalto é muito mais eficiente pra deixá-las retardadas e não compromete a dignidade do Herbert Richards. 3) Crianças prodígio/problemáticas: eu sei, eu sei que se for todo mundo bonzinho não tem filme, mas as crianças tem que ter 7 anos e capacidade mental de 25? Pra começar, vamos dar um exemplo de um filme que marcou minha infância: Os Batutinhas. Eu adorava aquilo, admito, mas pense. Se aqueles infelizes tem 6 anos é muito e são todos a personificação do mal. Com 6 anos eu tinha a mesma liberdade que um cachorro preso no canil e a mentalidade da Sandy. Aquelas crianças, alem de não terem pais (porque pai nenhum larga o filho de 4 anos andando sozinho por casas abandonadas ou participando de corridas clandestinas) as crianças são diabólicas. Vocês que já assistiram Sessão da Tarde sabem do que eu estou falando (Eu sei que sabem). Antes colocassem crianças mongolóides e desajeitadas, porque em um filme aí, a personagem principal tem o Q.I tão alto como o de ma ameba e descolou um vampiro super fashion que brilha no sol. 4) Dublagens sensacionais: porque não tem preço você assistir um filme dublado no qual a briga entre um corno e sua mulher vadia é a seguinte: - Você não confia em mim, seu....cara de mamão! - Mas você me traiu, sua, sua.....boba! Sério, se um dia você for ver o filme original, vai descobrir que, na verdade, o dialogo foi o seguinte: - Te traí mesmo seu puto! - Nem ligo, eu também comi sua melhor amiga, sua piranha! Herbert Richards fail. 5) A Lagoa Azul: nem tem o que falar. Um filme no qual duas crianças (prodígio) sobrevivem a um naufrágio e passam a vida isolados em uma ilha deserta, construindo casas com folhas de bananeira, caçando peixinhos, comendo frutinhas e se comendo merece palmas (pode bater palma aí de onde você estiver, porque esse merece). Cara, eles recriaram Adão e Eva, só que em uma versão mais aloprada. Pra começar, o cara só pode ser viado. Ele demorou tipo cem mil anos pra passar a vara na menininha lá. E a menininha é tipo uma recriação da Sandy (olha ela aqui de novo). É sim. “Oh, minha barriga está crescendo! Como isso aconteceu?” faça-me o favor, né? E, como se não bastasse isso tudo, eles conseguiram, repito, CONSEGUIRAM, fazer a seqüência. Porque Deus foi esperto, fez Adão e Eva, a Eva ferrou com tudo e pronto, acabou a historia. Mas o diretor de A Lagoa Azul não. Ele tinha que mostrar que sabe fracassar duas vezes, pra melhorar a auto-estima de quem assiste. Simples assim.
Escrito por .Beka. às 15h41
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Como era de se esperar, quase todas as metas do ultimo post foram pra merda. Eu não consigo me organizar, ainda tenho fobia de romance, não vejo minha avó faz 3 semanas, perdi boa parte da minha calourada,, alguns amigos meus simplesmente me esqueceram e continuo fincando minha bunda na frente do PC e esquecendo da vida. Só não parei de fazer atividade fisica, porque eu pago por ela (E porque eu gosto, vai). Enfim foi tudo pro saco mesmo. Mas vamos falar do que interessa: faculdade! E do tesão dos professores em nos mandarem fazer trabalhos. Tenho trabalhos infinitos pra fazer e não sei nem por onde começo. Não consigo nem achar o começo. Nem fingir que sei o que to fazendo eu consigo. Pelo menos são trabalhos bons de fazer (HAHAHAHA). Bom, aí vem a galera. Começando pelas pessoas da minha sala. Cara, eu me surpreendi. Pensei que só um ou outro salvaria, ou que eu ia sobrar igual chuchu na janta. Mas todo mundo é super gente boa, pelo menos até agora, mesmo eu já tendo manifestado meu lado mesquinho, sádico e anti-social (é, eu me amo). Também tem os veteranos. Tirando aquela velha historia de ‘você é calouro e, conseqüentemente, menos importante’, são todos muito legais também. Até o trote foi tranqüilo, sem pessoas pegando fogo, morrendo afogadas na piscina ou derretendo porque jogaram ácido nelas. Faculdade é muito diferente. É uma liberdade bizarra, principalmente quando você ficou preso no regime-quase-militar do seu colégio particular católico durante a vida inteira. E eu não sou mais o show de horrores. Tá certo que fui carinhosamente apelidada de “Paramore”, mas cara, as pessoas gostam do meu cabelo lá! As pessoas não ligam pra roupa que eu uso, nem pro meu corte de cabelo, nem para o fato de eu ser totalmente estranha, demente e sequelada. Pelo contrario, outro dia um tio simpático que caminhava todo torto me disse que eu parecia muito uma personagem de desenho animado, daqueles bonitinhos. Eu ri, porque sabia que era uma mentira cabeluda, mas mesmo assim é melhor do que os olhares de nojinho que eu recebia antes. Agora é esperar pra ver como vai ser o resto do semestre. Ainda não entrei no ritmo, porque seis meses de férias realmente enferrujam a gente, mas tomara que dê tudo certo. Na verdade não era sobre isso que eu queria postar, mas não podia deixar de registrar minhas impressões da faculdade, porque agora eu sou oficialmente uma universOtária, sabe como é. (H)
Escrito por .Beka. às 21h37
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To-do list. Nesse segundo semestre... Eu vou me programar para não deixar as coisas para a ultima hora: as férias acabaram, não posso ignorar esse fato. Vai ser difícil entrar no clima de rotina novamente, mas eu preciso tentar. Até porque tenho mais alguns longos anos de faculdade pela frente, vou deixar para transformá-los em férias mais tarde. Eu vou ser responsável com os sentimentos das pessoas: não posso simplesmente me importar apenas com as que me interessam. Se todos têm sentimentos, eu tenho que ser cuidadosa com isso e não machucar ninguém. Eu vou ser responsável com os meus sentimentos: vou parar de me esquecer de mim para viver em função dos outros. Tenho tratado como prioridade muita gente que me trata como opção e isso me faz mal. Não adianta eu me iludir esperando que todos tenham a mesma consideração que eu tenho, sendo que se isso fosse verdade o mundo não seria essa porcaria. Eu vou curtir a faculdade: não no sentido de me acabar em festas e virar porra louca. Mas no sentido de fazer tudo direitinho, me divertir, fazer amigos, estudar. Quero ter tempo pra tudo. Faculdade é uma época importante. Não quero surtar a ponto de ser irresponsável e nem virar uma anti-social esquisita. Eu não vou perder meus amigos: me afastei de muita gente nesse primeiro semestre e me aproximei de muita gente também. Quero recuperar os que perdi e manter os que já tenho. Alguns mais, outros menos. Um dos meus maiores medos de ir pra faculdade é o de me afastar de algumas pessoas e eu vou fazer a minha parte para que isso não aconteça. Eu vou manter os exercícios físicos em dia: quero continuar treinando aikido e correndo sempre que possível. Meu preparo melhorou de um jeito quase inacreditável. Sei que isso não vai aumentar meus peitos ou me deixar gostosa (não me iludo), mas a sensação de bem estar é o que conta. Eu vou passar menos tempo no computador: essa merda come 8 horas do meu dia. Vou continuar entrando no MSN, Orkut e afins diariamente, mas não vou passar tanto tempo. E quem realmente quiser falar comigo, vai dar um jeito. Eu sempre ando com celular e tenho telefone em casa. Ou até mesmo encontrar pessoalmente. Não quero mais ficar nerdando e deixando minha vida acontecer sem mim. Eu vou passar mais tempo com minha família: são os que realmente me importam e os que eu menos vejo. Meu pai, minha mãe, meus avós, meus tios e meus primos. Quero tirar uma quantidade satisfatória de tempo para passar com eles. Eu vou experimentar coisas novas: não costumo sair muito da rotina, mas ultimamente isso tem mudado. Quero conhecer mais lugares, comer novas comidas, fazer novos amigos. Tenho medo, sim, admito. Mas pode ser divertido. Isso também inclui que vou estar aberta a romances a partir de agora. Passei seis meses trancada no meu mundinho, organizando minhas coisas. Agora tá tudo pronto e dividir isso com alguém seria divertido.
Escrito por .Beka. às 16h18
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Eu fiz uma pesquisa com alguns amigos sobre as coisas que eles não entendem sobre o universo feminino. Selecionei as 3 melhores/mais votadas duvidas e vou responder aqui. Claro que não sou dona da verdade nem nada, mas vou tentar passar uma idéia geral. 1) Por que as mulheres vão juntas ao banheiro? Nunca para realmente usar o banheiro, fato. Geralmente é pra falar de alguma baranga, ajudar a retocar a maquiagem, chorar, falar do peguete (principalmente se este estiver no evento), contar até 10 antes de perder a paciência, dar uns catos ou qualquer coisa do tipo. Mas usar mesmo o banheiro, só em ultimo caso. E mesmo assim, levamos uma amiga junto, pra esperar lá fora. 2) Por que, por mais que ela esteja afim de um cara, quando ele finalmente se declara ela faz cu doce? Sabe quando você está trabalhando ou estudando igual a um camelo, obcecado por férias? Aí finalmente chegam as férias pelas quais você trabalhou tanto pra ter e, logo no primeiro dia, você senta no sofá e pensa “e agora?”. Você esperou tanto por aquilo que não sabe o que fazer agora que conseguiu. Com a gente é mais ou menos isso. Você se apaixona pelo cara (e secretamente nenhuma mulher realmente acredita que aquilo possa dar certo) e passa meses alimentando aquela utopia. Então um belo dia ele fala que é recíproco. E você percebe que, quando conquista alguma coisa, passa a ter algo a perder. No caso das férias, é o tempo. No caso do rapaz, são os sentimentos dele. Mas nas férias você pode pensar por um tempo antes de decidir o que fazer primeiro. No caso do cara ele ta lá, na sua frente, com cara de cachorro molhado, esperando uma resposta. Na duvida (e por medo de se machucar) você fala ‘não’.(E se arrepende depois, então não seria má idéia se o cara tentasse de novo) 3) Por que elas adoram criticar elas mesmas? É uma forma sutil e eficaz de pedir um elogio. Quando ela fala “estou gorda” é obvio que o cara vai falar que não. Que tipo de namorado responde “é, você ta uma jamanta mesmo, faz um regime” assim, na tora? Ele vai mimar, falar que não, embora internamente os dois saibam que ela está com dois queixos e um pneu enorme. Bom, por hoje é isso mesmo. Deixem mais perguntas nos comentários que eu respondo todas em um próximo post. xD
Escrito por .Beka. às 22h51
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Essa semana foi lotada de acontecimentos nocivos para o meu bem estar. Começaremos por quarta-feira: machuquei. Não convém contar os detalhes porque envolve a dignidade de outras pessoas descoordenadas que me puxaram rampa de cimento abaixo, mas eu arrebentei meu joelho. E todos sabemos que o joelho é a prova de que Deus não existe. O fato é que Murphy se encarregou de fazer tudo esbarrar naquele machucado. TUDO. Eu descobri que todos os moveis da minha casa tem a altura certinha do meu joelho, descobri que calça comprida rela mais em machucados do que se pode imaginar e descobri que as pessoas sentem tesão por esbarrar em machucados. E como era de se esperar, meu machucado infeccionou. Mesmo com minha mãe me fazendo lavar o miserável de cinco em cinco minutos, ele infeccionou. E ficou nojento. Parece uma daquelas criaturinhas de filmes que surgem de uma bolha e começam a devastar a cidade. Pra começo de conversa, ele adquiriu um tom amarelado e um aspecto gosmento. Depois ele começou a jorrar um liquido estranho. Decidi então que era hora de limpar novamente. Depois de vários mimimis eu peguei a água oxigenada e despejei no negocio. Fez mais bolha do que refrigerante quente e eu imagino que devo ter destruído uma colônia de bacterias com população equivalente a da China. Sou uma assassina, mas enfim, eles mereceram. A questão é que a porcaria está doendo e me fazendo andar igual a minha bisavó com reumatismo. E Murphy não parou por ai: lembram-se da minha mãe operada? Pois é, ela ainda anda em fase de recuperação. Então eu estou com o joelho inflamado, andando igual a um macaco aidético, treinando pessimamente, sendo obrigada a andar de ônibus, fazer faxina, lavar banheiro e de quebra eu tive que colocar uma foto no meu machucado no Orkut (culpa da amiga marquise! S2) que tem mais comentários do que 80% das minhas outras fotos aonde me aparece de verdade. Mas amanhã é um novo dia, gafanhotos. Amanhã é um novo dia.
Escrito por .Beka. às 00h37
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Por algum tempo eu pensei que amigo era qualquer um que me tratasse bem ou que me deixasse um depoimento cheio de floreios no Orkut. Hoje eu sei que ser conhecido, popular, vadia, estranho, idiota e qualquer outra coisa é fácil. Difícil é ser amigo. Porque amigo que é amigo faz diferença. Amigo que é amigo não se contenta só em fingir que faz parte da vida do outro. Ele realmente (e às vezes sem querer) é uma peça chave. Então eu descobri que ser amigo quando as coisas estão boas é muito fácil. É só ir lá, fazer uma piada estúpida, sair com a galera, rir das bobagens que os outros falam e fazer bonito (ou ser bonito também). Isso todo mundo faz, mesmo sem querer. A parte difícil de ser amigo é ser presente. Não necessariamente nos momentos difíceis. É preencher a vida do outro. É ter liberdade pra falar do assunto mais sério ao mais superficial, é chegar na casa do outro e saber que é visita, mas nem por isso deixar de ficar à vontade, é fazer o outro rir com um comentário idiota, é mandar uma mensagem falando de uma coisa boba, é poder abraçar e sentir o aconchego, é nem entrar no MSN se pelo menos ele não estiver lá, é ter piadas internas, é conhecer os parentes, é poder chegar na casa do outro e não fazer nada, mas mesmo assim não querer ir embora, é respeitar os momentos de recolhimento (isso é muito difícil), é prever as ações do outro, é topar fazer alguma coisa a toa só para vê-lo, é saber que se qualquer coisa de ruim acontecer ele vai estar lá pra te consolar, é pedir desculpas, é não ver o tempo passar, é ajudar na faxina, é saber quando parar, é poder falar “não” sem medo, é ter uma cumplicidade incondicional, é poder dar uma mancada e rir em vez de ficar sem graça, é sentir saudades de verdade (não só quando vê uma atualização no Orkut), é não ter vergonha de chorar perto, é poder ficar em silencio mas quase ler os pensamentos do outro, é ter quase todas as senhas, é não se importar em entrar pela cozinha, é fazer sacrifícios, é saber exatamente o que dar de presente, é se divertir em horas absurdas, é poder falar bobagem sem criar um clima tenso, é pensar de verdade no que o outro disse, é respeitar as diferenças. Enfim, é poder falar um “eu te amo” sincero (e pessoalmente). Ser amigo é poder abraçar o outro e sentir que quem te abraça de volta é você mesmo.
Escrito por .Beka. às 23h40
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Inspirada no post da minha amiga de marquise, eu decidi fazer um parecido. As 10 coisas que eu nunca vou aprender: 1- Andar de bicicleta (é, eu não sei andar e não faço questão de aprender. Pessoas morrem andando disso, sabiam?) 2- Andar de patins (não sou uma pessoa radical) 3- Jogar baralho (só sei copo d’água, jogo do rei e paciência) 4- Aprender os nomes dos meus golpes de aikido (ou seja, pau nos exames) 5- Mexer no celular dos outros (é desconfortável, fala a verdade) 6- Gostar de filmes de guerra (não tem piadas, não tem homens seminus, não tem enredos adoráveis) 7- Mexer no Facebook (e olha que eu tentei) 8- Devolver os filmes na locadora no dia certo (quando eu devolvo só com um dia de atraso, a tia até comenta “nossa, foi rápido dessa vez, hein?) 9- Os nomes das minhas tias-avós (não adianta) 10- Me organizar (impossível)
Escrito por .Beka. às 00h54
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Pois bem. Vou comentar sobre minha situação. Minha mãe fez uma cirurgia ontem e desde então eu estou no hospital. Então lá vai: 1- A moça que arruma o quarto disse que eu pareço a Dani Carlos. E sim, sou desaculturada, porque não faço idéia de quem seja tal pessoa. Espero sinceramente que seja alguém que valha um mínimo de pena, porque eu agradeci pelo comentário. 2- A recepcionista me odeia. Eu já fui lá pelo menos umas 7 vezes pra perguntar a senha da internet, se tinha que ligar o adaptador da TV a cabo, se ela poderia chamar uma enfermeira para arrumar as roupas de cama e por aí vai. Estou me sentindo inconveniente, mas é divertido ver a cara que ela faz quando eu chego perto. 3- É um hospital/maternidade então é simplesmente lotado de bebês. De todos os tamanhos, cores e, principalmente, tipos de choro diferentes. Sim, não se passa um segundo sem que uma criaturinha com cara de joelho invente de esgoelar por causa de algum motivo desconhecido que todas as mães interpretam como fome. 4- Quase morri do coração com a delicadeza da enfermeira para entrar no quarto. Ela simplesmente escancarou a porta. Assim, do nada, 11 horas da madruga. 5- A comida é ruim. E olha que eu só comi pão de queijo. Mas meu inconsciente sabe que eu estou em um hospital e se nega a aceitar isso como uma coisa boa. PAUSA DRAMÁTICA. EU DORMI ESCREVENDO O POST! COMECEI ONTEM A NOITE E SÓ FUI VOLTAR HOJE DE MANHÃ! (Foi o susto da enfermeira que me causou danos mentais) 6- Eu lavo as mãos involuntariamente o tempo todo. É inevitável. A pia me atrai. Aqueles gelzinhos também. 7- Descobri que visitas se encantam com hospitais. A cama, a mesa, o armário, a botão de chamar a enfermeira, o sofá, o chão, o papel do banheiro. Tudo é motivo de comentário. E descobri que minha mãe é pop. Muito pop. 8- Meu quarto é tipo o Acre. É tão isolado que você não sabe se existe. É o quarto 303, aí você chega em um corredor e tem o 304, 305, 301 e mais outros trezentos, mas o 303 é em um corredor totalmente alheio. Acre. 9- Eu dormi em um sofá que tem 90% de madeira, 15% de revestimento e 5% de espuma. Mas eu estava tão cansada que dormi agradavelmente até as 8 da manhã, quando a enfermeira entrou no quarto pela terceira vez. 10- Minha mãe só dorme. Come e dorme. Vê TV e dorme. Conversa e dorme. Toma banho e dorme. Ri e dorme. Respira e dorme.
Escrito por .Beka. às 11h10
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Uma vez me disseram que ninguém é tão especial a ponto de ser insubstituível. Foi um professor que me disse. Na hora eu briguei. Achei cruel, mesquinho e fútil falar isso. Onde já se viu? Isso seria falar que as pessoas não são, de fato, especiais. Passei alguns anos remoendo isso até que reencontrei tal professor. Depois de alguns minutos de conversa, eu decidi perguntar. Virei pra ele e disse “Você ainda acha que ninguém é especial a ponto de ser insubstituível?”. Ele deu uma risada e respondeu: “Você passou bons anos pensando sobre isso, não? Sim, eu acho.”. Fiquei indignada! Mas como? Acabei falando “Mas o senhor não acha isso algo fútil? Seria dizer, em outras palavras, que você usa as pessoas.”. Ele riu de novo (e eu odeio quando as pessoas riem das minhas teorias) e disse “Alguma vez eu disse que isso se tratava de sentimentos?”. Então eu entendi. Não eram os sentimentos pelas pessoas que eram insubstituíveis, mas elas mesmas. O “cargo” que elas ocupam. Se você tem um amigo, briga com ele e param de se falar, você vai arranjar outros amigos, mesmo estando chateado com aquele. E, por mais que você diga que não, você vai se divertir com seus novos amigos. Eles vão preencher o espaço do outro. Você continua chateado e com saudades do outro, mas, de uma forma ou de outra, ele foi substituído. Ou quando você termina um namoro. Depois de um tempo, o curso natural segue pra que você encontre outra pessoa e que ela ocupe o “cargo” que o ex ocupava. O que você viveu com o ultimo não é anulado (importante essa parte). Você vai levar pra sempre os momentos que passou com ele. Mas ele foi, e não adianta negar, substituído. E isso acontece a sua vida inteira. Pessoas vêm, pessoas vão. Você aprende algo com todas (é!), mas elas vão indo embora. Ou vão mudando. Ou, no final das contas, talvez quem mude mesmo seja você. Afinal, ninguém acorda a mesma pessoa todos os dias. E pode brigar, falar que eu traí o movimento, mas única coisa que posso concluir é que sim, ninguém é tão especial a ponto de ser insubstituível. Só que lá no fundo, eu admito que tenho muita vontade de encontrar alguém que seja. Acho que todos temos.
Escrito por .Beka. às 03h00
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Eu era inocente. Nao que eu não seja mais, afinal nem sempre eu entendo as piadas. Mas eu era realmente inocente. Eu dançava “É o tchan”. Vamos começar pelo nome: É o tchan. Como deve ter surgido isso? Porque acho que poucos conseguiram a proeza de colocar um nome tão dadaísta em um grupo. Imagino que estava lá o cumpadre Washington e a Carla Perez. Ela não quis nada com ele naquele dia. Ele tava puto e pobre. Aí ele disse “Vamos fazer um grupo que só toca sacanagem?” e ela (com aquela inteligência abismal) “O que é sacanagem?” e ele “Ah, é o tchan.” . Pronto. Provavelmente o nome não foi fruto de um dialogo muito mais sofisticado que esse. E assim surgiu um grupo que cantava canções pornográficas, alegres e dançantes. E, verdade seja dita, era sensacional. Eu e minhas coleguinhas cabeça-de-vento (na epoca eu tinha uns 7 para 8 anos) rebolávamos alopradamente em volta de uma garrafa, dançavamos com um bambolê e cantavamos em alto e bom tom o trecho “ela fez a cobra subir, a cobra subir, a cobra subir”, e na epoca eu realmente pensava que a cobra era o reptil. Esse post é porque eu imaginei que “É o tchan” estivesse extinto. Mas hoje meu vizinho decidiu “fazer a cobra subir” e colocou o que me pareceu ser a coletanea das melhores/piores/mais ridiculas musicas desse grupinho porreta. Pior do que ter que ouvir isso o dia inteiro, foi imaginar o que ele estava fazendo enquanto ouvia.
Escrito por .Beka. às 23h14
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Todo mundo já fez uma pergunta indiscreta ou um comentário constrangedor. Sério, todo mundo. E, tendo esse fato como base, eu decidi postar aqui alguns comentários, perguntas e respostas que todo mundo já tomou conhecimento pelo menos uma vez na vida. ** Você esta no ponto de ônibus e encontra uma velha pseudo-conhecida (aquela prima da vizinha da cunhada do seu primo). No meio da conversa, você repara que ela está...barrigudinha. Surge aquele vácuo de falta de assunto e você manda logo um: “E pra quando é o nosso neném?” e ela responde “Que neném?”. Fail. Você acabou de chamar a tia de gorda. Mais do que isso: você acabou de falar pra ela que ela tá tão gorda, que parece estar gestante. Isso não se faz. ** Na fila de supermercado você começa a conversar com a dona da frente. Ela deve ter uns 50 anos. Você começa a falar da sua vida (porque nada é mais conveniente que um desconhecido quando você precisa desabafar) e, no meio da conversa, chega um rapaz de vinte e poucos anos e fala com ela. Quase sem querer você diz: “Nossa, seu filho é lindo!” e ela te responde “Esse não é meu filho, é meu noivo.”. HAHAHA, essa é clássica. Alem de chamar a tia de velha, você a chamou de papa-ninfetos. E o pior: você ainda vai permanecer na fila por mais 25 minutos remoendo a sua mais recente falta de discrição. Parabéns. ** Você vai conhecer a família da sua namorada. Chegando lá, você encontra a sogrinha, dá um abraço, fala bonito. Sentada no sofá esta uma senhora bem mais velha que sua sogra. Ela te apresenta para a senhora e você pergunta todo inocente “Essa é sua mãe?” e a sogra responde “Não, é minha irmã”. Isso aí, campeão. Você mal entrou pra família e já fez inimizades. Provavelmente com aquela tia solteirona e fofoqueira que não tem o que fazer e vai espalhar pra todo mundo que você é gay, grosso e psicopata. ** Andando no shopping, você encontra aquele seu ex professor bonitão e quase não o reconhece, porque ele raspou a cabeça. Você abre aquele sorriso enorme e já chega com aquele ar de deboche: “Mudou o visual hein?” e ele te responde “ Ah, é...eu to com câncer.” É uma boa oportunidade pra usar seu lado teatral e fingir uma parada cardíaca. Bom que se o professor estiver a caminho do hospital, ele te leva junto. ** Sempre tem a clássica das profissões. Você acabou de conhecer um cara super gentil, simpático e lindo, e quer parecer legal. Então você começa a contar piadas. Ele te acha uma graça até que você conta uma piada de advogados, por exemplo. Ele não ri. Você, achando que ele não entendeu, explica (erro duplo!). Ele vai e te responde com um “meu pai é advogado”. Não se espante se ele disser que vai ao banheiro e nunca mais voltar. ** Você saiu com a galera ontem a noite e encontrou uma amiga sua. Hoje você foi na padaria/locadora/papelaria/cabelereiro/etc e encontrou a dita cuja com os pais dela. Você já chega gritando “E aí? Curtiu ontem? Aquele bar é tudo de bom, né?” e os pais dela (te ignorando completamente) viram pra ela e perguntam: “Bar? Você não disse que ia dormir na casa da sua prima?”. É, menos um na sua listinha do Orkut. ** Você conheceu um cara que não tem os braços. Mas ele é tão gente fina que você nem percebe que ele não tem os braços. E no meio do calor da conversa, você vai e conta a piada do “cotoco”. O inferno tem um quarto de luxo pra você.
Escrito por .Beka. às 16h27
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Se a maior dor do vento é não ser colorido...ah! Que inveja ele não deve ter das flores!
Escrito por .Beka. às 16h41
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Não sei amar. Pronto. Pelo menos não nos parâmetros atuais. Hoje é tudo rápido. Exemplos? Ok. .
Situação 1: . Uma loira conhece outra em uma festa e elas se identificam instantaneamente. (Não tenho nada contra loiras, mas precisava exemplificar) Tiram UMA foto juntas. Trocam MSN, Orkut, telefone e etc. Conversam pelo MSN durante 3 dias e postam a foto no álbum do Orkut. A legenda é a seguinte: “AIN MIGAH PERFEITOSÁ! TE AMO DIMAIS!”. Fail. Ela conhece a outra há 3 dias e já ama. Avassalador, não? Imagina as pessoas que ela conhece, sei lá, há 10 anos? Provavelmente a legenda seria “AIN MIGOS PERFEITOSOS, EU ENFIARIA ALFINETES NOS MEUS OLHOS, BAMBU DEBAIXO DAS MINHAS UNHAS, ME JOGARIA NA FRENTE DE UM ONIBUS E CORTARIA A MINHA GARGANTA POR VOCÊS!” E não seria mentira. Se ela ama alguém há 3 dias, isso é fichinha. Situação 2: .
A menininha está lá andando na rua quando encontra um grupo de amigos. Lá ela conhece um cara que é amigo do primo do vizinho do cunhado e eles conversam por exatos 2 minutos. Ele chega em casa, acha ela no Orkut, adiciona e pede o MSN. Eles conversam durante 4 dias (eu aumentei pra 4 com relação ao anterior porque meninas supostamente tem que ser “difíceis” com os caras) e ela deixa um depoimento pra ele assim: “NOSSAH, ESSE MENINO EH TUDO DE BOM, LINDUH, GENTE BOUAH, CONFIAVEL E MUITO MAIS! TIH AMUH!” É. Nem teria o que comentar. Mas eu vou comentar mesmo assim. RIDICULO. (é, em negrito e itálico mesmo) Ai, sua menina burra, você não ama o cara, só deixou o depoimento esperando que ele responda algo como “Tih amuh lindah” e contribuir para a sua popularidade medíocre. Então é por isso que eu digo. Eu não sei amar. Não sei mesmo. Eu demoro, eu preciso ser conquistada, me sentir segura. Aí sim eu vou amar. No máximo eu posso ter uma afinidade muito grande com a pessoa logo de cara. Mas amar não. Isso requer tempo, cuidado, paciência. E sou fria sim. E chata. E acho que sou dona do mundo e isso é problema meu. E você pode reclamar o quanto quiser. Falar que eu sou careta, que as coisas mudaram. E eu vou te responder que sou mesmo. Mas não vou amar pela metade, não.
Escrito por .Beka. às 21h30
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